Projeto 'Butiá: Eu Amo, Eu cuido' entrevista Carbone Ribeiro da Silva

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Com o objetivo de apresentar à comunidade pessoas que trabalham para uma sociedade mais perseverante, integrada e cidadã, a Prefeitura de Butiá deu início ao projeto “Butiá: Eu Amo, Eu Cuido”, que visa entrevistar e mostrar o trabalho de um servidor público por semana. A ideia é apresentar os colaboradores e suas iniciativas em busca de uma cidade cidadã.

 

O entrevistado do projeto nesta semana é um funcionário público que atua nos serviços gerais da Prefeitura de Butiá. Trata-se de Carbone Ribeiro da Silva, 48 anos, popularmente conhecido apenas pelo primeiro nome, Carbone conta a sua trajetória profissional para a comunidade.

Há quanto tempo trabalha no serviço público?

- 27 anos!

Nesse período, quais atividades já executou?

- Já trabalhei no caminhão do lixo, cuidando das praças, em postos de saúde, no balneário Ponte de Arame e atualmente estou novamente atendendo as praças.

Entre as atividades praticadas, qual mais gostou de exercer?

- Quando prestei serviço no balneário Ponte de Arame, pois lá tenho vários amigos, tenho minha própria barraca e me sentia em casa.

Qual sua relação com a comunidade butiaense?

- Muito boa! Criei bastante vínculos de amizade, conheço muita gente e sempre fui bem tratado por todos. Trabalhar nesta área me proporciona esta proximidade com a comunidade e isto é muito legal.

Qual é a sensação de contribuir diretamente para a comunidade e o quanto isso colabora no seu crescimento profissional e pessoal?

- A gente fica muito contente em poder contribuir de alguma forma para o bem da comunidade. Já ajudei em situações como em enchentes, incêndios e coisas do tipo e isso é muito gratificante.

O que é ser funcionário público?

- Poder contribuir com as administrações e com o povo em geral. Nos tornamos conhecidos e reconhecidos quando realizamos nosso serviço com dedicação.

Como acha que o butiaense pode colaborar para uma cidade mais cidadã?

- Com algumas atitudes fáceis e importantes de realizar. Colocando o lixo no seu devido lugar, mantendo as praças públicas limpas, cuidando do patrimônio público e ajudando na sua manutenção.

Um fato marcante da sua trajetória profissional?

- Tenho um fato que considero bem marcante na minha trajetória. Foi quando trabalhei no caminhão do lixo em meados de 1995 ou 1996. Eu fui recolher um lixo em uma grade, na rua do hospital, como sempre fazia, mas nessa oportunidade a grade quebrou e eu fiquei pendurado. Eu me machuquei seriamente e fui forçado a parar por um tempo. Esse momento marcou muito minha vida.

O que espera para o futuro de Butiá?

- Em relação ao Butiá, especificamente, penso que temos que melhorar muito a nossa segurança, que os órgãos estaduais e federais deveriam olhar mais para a nossa cidade e colaborar com a nossa Administração Municipal de maneira mais eficiente. A segurança é a principal preocupação dos butiaenses nos dias atuais.

Fazendo uma retrospectiva da sua vida profissional, você faria tudo novamente?

- Faria concurso público, sim, mas tentaria outra área. Eu gosto muito de Educação Física, e de repente faria esta escolha se tivesse a oportunidade de optar novamente por algo. Meu pai foi presidente de um clube de futebol por mais de 30 anos e eu procurava estar sempre junto, e isso me fez gostar dessa área. Gosto do que faço, mas também gosto muito de atuar nos campos de futebol de Butiá.

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