Projeto 'Butiá: Eu Amo, Eu cuido' entrevista essa semana o vigia Pedro Camilo

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Com o objetivo de apresentar à comunidade pessoas que trabalham para uma sociedade mais perseverante, integrada e cidadã, a Prefeitura de Butiá deu início ao projeto “Butiá: Eu Amo, Eu Cuido”, que visa entrevistar e mostrar o trabalho de um Servidor Público por semana. A ideia é apresentar os colaboradores e suas iniciativas em busca de uma cidade cidadã.

O sexto entrevistado do projeto é um servidor público que atua na vigilância do Posto de Saúde que atende os bairros São José e Vila Nova. Pedro Camilo, 53 anos, relata a sua trajetória profissional para a comunidade.

Há quanto tempo trabalha no serviço público?

- 23 anos de serviços prestados. 


Nesse período, quais atividades já praticou? 


- Sempre na área da vigilância.

Entre as atividades praticadas, qual mais gostou de exercer?

- Já atuei na vigilância do Posto Central de Saúde, de escolas do município e na portaria da Prefeitura de Butiá, mas destes 23 anos de vinculo, 22 são dedicados a área da saúde. Por isso, posso assegurar que, apesar de ter gostado de todos os lugares onde trabalhei, sou mais afeito a este período em que exerci e exerço minha atividade para os postos de saúde do município.

Qual sua relação com a comunidade butiaense?

- Muito boa! Procuro atender as pessoas com carinho e sou retribuído. Sempre trabalhei junto com a comunidade, ouvindo informações relevantes sobre a área onde atuo e levando em consideração as dicas e conselhos da população, que sempre foi muito legal comigo.

Qual é a sensação de proteger um patrimônio da comunidade e o quanto isso colabora no seu crescimento profissional e pessoal?

- Me sinto muito bem em poder colaborar na proteção de algo que é de todos, um patrimônio público. É o meu trabalho, mas não é apenas uma obrigação. É um privilégio zelar por um bem que é de todos.

O que é ser funcionário público?

- Ser funcionário público é aprender todos os dias um novo ensinamento, que exige para exercer essa função. No início, pensei que era mais um emprego, mas com o tempo entendi que na realidade é um dever e uma responsabilidade muito importante que devemos assumir perante nossa comunidade. Um envolvimento com todas as pessoas, que me dá uma sensação incrível.

Como acha que o butiaense pode colaborar para uma cidade mais cidadã?

- O povo de Butiá de uma forma geral é um povo bastante ordeiro, que sempre busca ajudar, denunciando algum vandalismo ou ato ilícito. Penso que deve manter o que tem de positivo e refletir consigo mesmo naquilo que pode evoluir para um bem coletivo.

Um fato marcante da sua trajetória profissional?

- Tem muitos momentos marcantes que posso trazer, mas vou contar um bastante interessante e curioso. Há alguns anos atrás passei por uma situação de um provável assalto, onde evitei a ação dos indivíduos pela experiência que conquistei nesses anos todos. Queriam entrar no pátio do local com uma desculpa de que precisavam verificar um carro que teria batido no veículo deles, mas consegui evitar com a postura correta e os cidadãos foram embora na iminência de acabarem sendo pegos. Foi bastante tenso e marcante.

O que espera para o futuro de Butiá?

- Sempre o melhor! Depende de todos nós cidadãos dedicar o nosso melhor em tudo que fazemos. Pensarmos mais no bem coletivo. Também entendo que precisamos de mais segurança e empregos no município.

Fazendo uma retrospectiva da sua vida profissional, você faria tudo novamente?

- Sim, com certeza! Quando amigos me perguntam se gosto do que faço, respondo que trabalho todos os dias como se fosse o primeiro. Tenho 23 anos de serviços e busco trabalhar, com o mesmo estímulo e ânimo do primeiro. Nunca me acomodei ou relaxei pelo desgaste do tempo de serviço. Temos que trabalhar com alegria e motivação sempre e eu sou assim.

 
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